Archive for the ‘ Top Stories ’ Category

As the election campaign enters its final stretch, tales abound of the shenanigans politicians employ to get the support of poor voters: color televisions, liquor, cash bribes.

[Paul Beckett]

Paul Beckett

How refreshing would it be instead to hear politicians – during the campaign (or at any other point for that matter) – talk about giving their constituents a lasting benefit, not something they can drink, stare at, or spend in minutes. Like pensions.

OK, it’s not a great rabble-rouser. But May 1 happens to be the day that all Indians can start making voluntary contributions to what has, until now, been a program exclusively reserved for civil service employees. That should provide potentially tens of millions of workers currently uncovered with some means of investing for their retirement, something the vast majority of Indians lack. Of the 450 million Indians of working age, only 10% currently have an organized pension plan – those who work for the government or for large salary-paying companies.

Even more interesting are efforts underway to bring the benefits of pensions to the nation’s poor and to encourage governments to do what most big employers do: Match individual contributions.

Women as young as 30 years old are setting aside 50 to 100 rupees a month.

Until recently, that has been a pipe dream since the poor can’t save enough to attract big investment houses to take their money nor do they have bank accounts in which to deposit their pension savings. Only 44% of the paid workforce has a bank account.

The fees involved in the new national voluntary contributions plans – a flat 800 rupees a year with a minimum savings of 6,000 a year – also are out of reach for many Indians. If you’re saving one lakh a year, 800 rupees in fees isn’t much; if you’re one of India’s 140 million paid workers who earn less than 3,000 a month, it’s usurious.

Associated Press

Children returning from school walk past two old men in Mumbai, Feb. 6. From May 1, all Indians can start making voluntary contributions to what has, until now, been a pension program exclusively reserved for civil service employees.

Enter micro pensions: Pensions that apply the approach of micro finance to retirement benefits. The idea has been around for a few years but is starting to take off. This week, Invest India Micro Pension Services, a Delhi-based micro-pensions service provider, teamed up with Hyderabad-based Basix, one of the biggest micro-finance banks, to offer pensions this year to about 700,000 of Basix’s 1.6 million poor, rural borrowers.

IIMPS has as investors and board representatives two of the first big players in micro-pensions: UTI, the asset management giant, and SEWA Bank, a bank run by the Ahmedabad-based Self Employed Women’s Association. The company uses a technology platform that allows for individual account holders identified by community-based organizations and NGOS. Their savings are then pooled and managed by UTI at no cost to the saver; UTI pays the cost of collection and transfer of funds.

Individual contributions can be tiny but Gautam Bhardwaj, IIMPS director, estimates there is the potential to generate $5 billion in annual pension contributions from more than 60 million people nationwide who could be savers under the plan.

SEWA’s own micro pension plan has 45,000 women enrolled and is expected to reach 100,000 this year, says Renana Jhabvala, SEWA national coordinator and an IIMPS board member. Women as young as 30 years old are setting aside 50 to 100 rupees a month. They tell SEWA they are doing so because “they see what is happening to their mothers, they have no money at all, and they see how they are treated,” Ms. Jhabvala says.

Mr. Bhardwaj says that even with these savings, it won’t be enough to lift poor workers out of poverty when they retire. So it requires government investment as a co-contributor. It’s not unheard of: The government gives wealthier workers financial incentives to save so why not the poor?

So far, Rajasthan is the only state to sign up, offering 1,000 rupees for every 1,000 rupees saved under the program. Madhya Pradesh and Andhra Pradesh are looking too. It’s clearly not a party-political issue: A BJP government introduced the program in Rajasthan and it has continued under the new Congress government.

Amid all the vapid noise of the elections, it’s a quiet but meaningful example of how government can really help the “aam aadmi.”

—Paul Beckett is the WSJ bureau chief in New Delhi

© 2011 Wall Street Journal (www.wsj.com)

Agora é tchau mesmo, Lípitor.

A Pfizer Inc. realizou um experimento intrigante em marketing de marcas este ano, anunciando intensivamente o remédio contra colesterol Lípitor nos Estados Unidos mesmo depois de ter perdido sua patente, em 30 de novembro.

Mas depois de gastar mais de US$ 87 milhões promovendo o Lípitor, a maior farmacêutica do mundo agora decidiu abandonar discretamente o remédio que já foi seu maior gerador de receita, já que mais versões genéricas devem chegar logo às farmácias.

[PFIZER]

Associated Press

Lípitor perdeu a patente em novembro

Executivos da Pfizer disseram ao The Wall Street Journal que a empresa não está mais negociando novos contratos para vender o Lípitor a planos de saúde, que começaram a fechar acordos para comprar versões genéricas muito mais baratas. A empresa parou recentemente de enviar vendedores a consultórios médicos para promover o Lípitor e parou de anunciar o medicamento em meio impresso, televisivo ou on-line, um gasto publicitário que já chegou a US$ 272 milhões por ano.

“O cenário em geral será muito mais hostil” para a venda do Lípitor aos níveis que a Pfizer já conseguiu, disse Albert Bourla, que comanda a divisão responsável por vender o Lípitor e outros medicamentos da Pfizer cuja patente nos EUA venceu.

O Lípitor, que no auge gerou US$ 12,9 bilhões em vendais anuais para a Pfizer, começou a enfrentar a concorrência dos genéricos assim que a patente venceu, no fim de novembro. Geralmente, as farmacêuticas abandonam o marketing de um remédio quando concorrentes mais baratos chegam ao mercado. Mas a Pfizer tentou espremer o máximo possível de faturamento do Lípitor enquanto a concorrência dos genéricos ainda estava começando, com ajuda de marketing, promoções e descontos substanciais.

Por quanto tempo a Pfizer continuaria com esse esforço era um mistério. Executivos da Pfizer disseram que consideram o plano um sucesso e que o remédio manteve 33% do mercado e gerou US$ 383 milhões em receita nos EUA no primeiro trimestre. Mas agora eles dizem que a empresa não pode esperar que a droga continue gerando essa receita depois de 31 de maio, quando enfrentará uma nova onda de genéricos e o preço deve desabar.

A mudança com o Lípitor é o fim de uma era na farmacêutica sediada em Nova York. O Lípitor, marca criada pela Pfizer para a substância atorvastatina, já chegou a responder por um quarto da receita da Pfizer e a tornou a maior farmacêutica do mundo em vendas. Mas como muitas outras empresas do ramo que perdem a proteção de patentes, ela precisa agora se focar em novos caminhos para crescer. Para o novo estágio em sua evolução, a Pfizer tenta agora se transformar numa empresa mais enxuta.

A Pfizer está reestruturando suas operações para cortar custos e fechou acordo no mês passado para vender seu negócio de nutrição infantil para a Nestlé SA por US$ 11,85 bilhões, como parte dos esforços para se concentrar em medicamentos. A empresa também planeja desmembrar a divisão de saúde animal.

[wsjamb1may11]

Para continuar crescendo, a empresa precisa elevar as vendas de produtos como a vacina pneumocócica Prevnar 13, que recebeu autorização das autoridades no final do ano passado para pacientes adultos com idades acima de 50 anos, e ter aprovados novos medicamentos. Em uma votação recente, uma comissão de peritos da FDA, a agência que regula o mercado de remédios e alimentos dos Estados Unidos, recomendou a aprovação do tofacitinib, novo medicamento para a artrite reumática da Pfizer.

No entanto, a analista do Credit Suisse Catherine Arnold diz que a Pfizer ainda pode ser grande demais para que os cortes de custos e lançamentos de novas drogas como o tofacitinib tenha um efeito significativo. É preciso muito mais para mudar esse cenário, diz Arnold. “Eles terão que fazer coisas como recomprar mais ações.”

A Pfizer disse que recomprou US$ 9 bilhões em ações no ano passado e planeja comprar outros US$ 5 bilhões este ano.

Em seu esforço para arrancar mais vendas do Lípitor, a Pfizer gastou mais de US$ 87 milhões em publicidade, marketing médico e distribuição de amostras desde que perdeu a proteção de patentes em 30 de novembro, de acordo com a Cegedim Strategic Data.

Greg Reeder, que supervisiona o marketing do Lípitor nos EUA, atribui a preservação de mercado da Pfizer à assistência direcionada que a companhia ofereceu para pacientes que optaram por continuar com a marca.

A Pfizer disse que vai continuar a promover a droga em mercados emergentes, onde ela ainda vê oportunidade para vendas substanciais.

© 2011 Wall Street Journal (www.wsj.com)

Reuters

Entrada da sede da BlackRock em Nova York

A BlackRock Inc. planeja criar uma plataforma de operações este ano que permitirá à maior administradora de ativos do mundo e outras firmas do segmento negociar títulos de dívida sem ter que passar por Wall Street.

O centro de operações eletrônicas tem o potencial de reduzir uma fonte lucrativa de receita dos bancos de investimentos, num momento em que seus negócios estão sendo pressionados pelo fraco movimento nos mercados e novas regulamentações criadas para coibir o risco depois da crise financeira.

A nova plataforma será administrada pela divisão BlackRock Solutions, sediada em Nova York, e oferecerá a 46 clientes – como fundos soberanos, seguradoras e outras administradoras de ativos – a habilidade de negociar títulos de dívida de empresas, títulos hipotecários e outros ativos, dizem executivos da empresa.

De acordo com o plano, a plataforma buscará unir compradores e vendedores dos mesmos títulos, num processo conhecido como “crossing trades”. A BlackRock Solutions cobrará uma pequena comissão pelo serviço, que será muito menor que a cobrada pelas firmas de Wall Street.

Algumas das transações vão descartar corretores de Wall Street que há muito agem como intermediários dos mercados de crédito. A administradora de ativos da BlackRock, que supervisiona US$ 3,5 trilhões, também usará a plataforma.

Os executivos da BlackRock argumentam que a plataforma é voltada a diminuir custos e preencher a brecha criada pela capacidade menor de Wall Street de fornecer liquidez ao mercado, e não é uma forma de concorrer com os bancos de investimentos.

“Isso não vai canibalizar Wall Street”, disse Richard Prager, diretor executivo da BlackRock e de operações globais, numa entrevista ao Wall Street Journal. “Se existem maneiras de os clientes economizarem, queremos propiciar isso a eles.”

O diretor-presidente da BlackRock, Laurence D. Fink, há muito é um dos maiores críticos da maneira com os bancos de Wall Street conseguem um generoso “spread”, ou diferença de preço, entre a compra e a venda de um título, e tem tentado reduzir os custos para os clientes de sua firma.

Os planos da BlackRock ressaltam as mudanças estruturais ocorrendo no “encanamento” dos mercados financeiros enquanto novas regras voltadas a coibir o risco bancário, bem como o aperto nos mercados de capital, reduzem a capacidade e os recursos de Wall Street para oferecer aos seus clientes operações no mercado.

O número de operações com títulos de dívida empresarial e hipotecária das maiores firmas, principalmente bancos de Wall Street, caiu 70% desde 2007, ano que marcou o início do aperto de crédito que precedeu a crise financeira. No mesmo período, a emissão de títulos de empresas aumentou e o total de aplicações dos investidores subiu significativamente.

Os representantes do BlackRock começaram a abordar administradores de ativos, convidando-os a participar da plataforma, e já criaram um grupo consultor de seis a oito clientes da BlackRock Solutions para desenvolver a iniciativa, provisoriamente chamada de “Aladdin Trading Network”, inspirada no sistema de administração de investimentos da firma, o Aladdin. Vários clientes no grupo consultor também já concordaram em participar da nova plataforma, segundo a empresa.

A firma também está negociando com operadores de Wall Street para fornecerem cotações à plataforma. Os bancos também podem ser convidados a realizar transações que não podem ser conduzidas diretamente entre firmas de investimentos.

A BlackRock pediu o aval da SEC, a comissão de valores imobiliários dos Estados Unidos, para lançar a plataforma. A empresa testou recentemente a nova plataforma com uma operação e espera lançar o sistema até o fim do ano. Um porta-voz da SEC não quis comentar.

© 2011 Wall Street Journal (www.wsj.com)

Angola profile

One of Africa's major oil producers, Angola is also one of the world's poorest countries.

The connection between the civil war and the unregulated diamond trade – or "blood diamonds" – was a source of international concern. The UN froze bank accounts used in the gem trade.

The death of Unita leader Jonas Savimbi in a gunfight with government forces in February 2002 raised the prospect of peace and the army and rebels signed a ceasefire in April to end the conflict.

Angola faces the daunting tasks of rebuilding its infrastructure, retrieving weapons from its heavily-armed civilian population and resettling tens of thousands of refugees who fled the fighting. Landmines and impassable roads have cut off large parts of the country. Many Angolans rely on food aid.

Much of Angola's oil wealth lies in Cabinda province, where a decades-long separatist conflict simmers. The government has sent thousands of troops to subdue the rebellion in the enclave, which has no border with the rest of Angola. Human rights groups have alleged abuses against civilians.

A supplier of crude oil to the US and China, Angola denies allegations that revenues have been squandered through corruption and mismanagement. Oil exports and foreign loans have spurred economic growth and have fuelled a reconstruction boom.

© 2011 BBC News (www.bbc.co.uk)

Sharjah Al Khan Road will be partially closed from Sunday to Tuesday in the area between Industrial Area 3 and Industrial Area 9, a senior official announced Thursday.

The official, from the traffic engineering section at the Sharjah Directorate of Public Works (DPW), said the closure was needed to carry out maintenance on the sewerage network.

DPW, in coordination with Sharjah Police, explained that traffic will be diverted during the three-day closure.

"The closure would be conducted in two faces. The first phase includes the partial closure from Al Khan Road towards industrial area No 3, while the second phase includes partial closure from Al Khan Road towards industrial area No 9," said the DPW official.

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© 2011 Gulf News (www.gulfnews.com)

But a new study found a staggering number of those apparently accidental calls in New York City are made to emergency responders, jamming up 911 lines in a city that has prided itself on its ability to respond in a crisis.

Nearly 4 million of those calls were made to the city’s emergency call centers in 2010, according to a recent Winbourne Consulting report, commissioned by the city after a massive blizzard delayed first responders and left Mayor Michael Bloomberg open to criticism.

That’s more than one-third of some 11 million emergency calls made in New York each year, the study found, which was released Friday.

Those calls were 19 seconds or less.

Authorities determined that they were likely accidental and say unnecessary communications add an increased burden on emergency response systems.

“The increased proliferation of cellular telephones has caused a dramatic increase in the number of accidental 911 calls made,” the report said.

In 2011, the Federal Communications Commission issued a report estimating that 70% of all 911 calls — intentional or mistaken — were made from wireless devices.

The consulting firm recommended implementing a citywide information campaign to alert the public of the issue and to streamline systems between the police and fire departments, among other recommendations.

Os bancos europeus estão se preparando para uma onda de rebaixamentos em suas classificações de crédito nas próximas semanas que poderia intensificar a pressão sobre a já fragilizada indústria e ainda prejudicar os esforços recentes para aliviar a longa crise financeira que assola o Continente.

Associated Press

O britânico RBS alertou que um rebaixamento em sua classificação exigirá um aumento de quase US$ 20 bilhões em garantias

Sob pressão dos bancos, a Moody’s Investors Service informou na sexta-feira que está adiando até o início de maio sua muito aguardada decisão sobre a possibilidade de rebaixar as classificações de crédito de 114 bancos em 16 países europeus.

A Moody’s anunciou a revisão em fevereiro, dizendo que era necessária em função das fracas condições dos bancos e do ambiente difícil em que eles estão operando. Ela tinha planejado iniciar a divulgação dos resultados nesta semana.

A Moody’s informou em um comunicado que optou por “uma abordagem apropriadamente deliberada para esse processo de revisão e o concluirá quando estiver confiante de que toda a informação relevante foi recebida e processada.”

Embora a Moody’s não tenha revelado se vai rebaixar as classificações dos vários bancos, e em que grau o faria, funcionários de vários dos maiores bancos europeus disseram esperar que suas notas de crédito sejam empurradas pelo menos um degrau para baixo.

Os rebaixamentos iminentes dispararam uma corrida entre alguns credores e investidores, que temem que eles possam atiçar as brasas de uma crise latente.

Nas últimas semanas, à medida que a Moody’s se aproximava da conclusão de sua revisão, os grandes bancos tentaram convencer a agência de classificação a não os rebaixar em vários degraus, segundo pessoas a par do assunto.

Essa não é a primeira vez que os bancos europeus se veem diante de um rebaixamento de suas classificações de crédito. Desde que a crise financeira global estourou há quase cinco anos, a Moody’s e outras agências classificadoras, como a Standard & Poor’s, reduziram várias vezes suas notas para os bancos.

Mas esta nova rodada de rebaixamento — a primeira vez que a Moody’s considera uma redução em massa da classificação de crédito de bancos europeus — ocorre em um momento perigoso para a indústria financeira.

Muitos banqueiros e analistas esperavam que o pior já tivesse passado para setor — que foi golpeado por perdas com empréstimos inadimplentes e investimentos em arriscados títulos de dívida de governos europeus —, quando o Banco Central Europeu colocou recentemente cerca de 1 trilhão de euros em empréstimos de baixo custo de três anos para pelo menos 800 bancos. Esses empréstimos em grande parte eliminaram o risco de um colapso abrupto de um banco devido a problemas de liquidez.

Mas os benefícios proporcionados por esses empréstimos começaram a desvanecer-se. Em toda a Europa, as ações de bancos foram bombardeadas por preocupações renovadas sobre a saúde financeira da Europa — uma tendência que continuou na sexta-feira com uma acentuada queda nas ações de bancos espanhóis e italianos.

Um número crescente de analistas e investidores teme que os empréstimos do BCE tenham permitido que os bancos em dificuldades simplesmente atrasassem o processo doloroso de limpar seus balanços.

Como parte de suas revisões, a Moody’s está examinando o grau de dependência dos bancos dos empréstimos do BCE e “quais são as habilidades dos bancos de se desvencilharem desse financiamento”, disse uma pessoa a par do assunto.

Grandes empréstimos do BCE “geram a necessidade de uma fiscalização mais intensa” por parte da Moody’s sobre a saúde financeira dos bancos, disse essa pessoa.

Os custos associados com os rebaixamentos da Moody’s poderiam ser elevados, de acordo com documentos apresentados aos reguladores bancários e pessoas a par do assunto.

Classificações mais baixas podem levar instituições avessas ao risco a retirar seus depósitos de bancos. Além disso, os bancos provavelmente serão forçados a colocar garantia adicional em operações com derivativos e certos instrumentos de investimento, incluindo aqueles que agrupam créditos imobiliários securitizados, se suas classificações forem rebaixadas.

“Este é um problema sério para todos os bancos europeus, especialmente dos países periféricos”, disse o presidente de um grande banco europeu que espera ser rebaixado.

Por exemplo, o Deutsche Bank AG, informou em seu relatório anual mais recente que um rebaixamento de um grau em sua classificação de crédito poderá expor o banco a “uma lacuna de financiamento” de 45 bilhões de euros.

O banco alemão destacou ainda que teria uma abundância de recursos a sua disposição para preencher essa lacuna, caso haja um rebaixamento.

Um porta-voz da Deutsche Banco não quis comentar.

No Reino Unido, onde a Moody’s está examinando nove instituições bancárias para um potencial rebaixamento, o Royal Bank of Scotland Group PLC e Lloyds Banking Group PLC têm alertado seus investidores sobre a revisão à medida que se preparam para condições de financiamento mais desafiadoras, segundo pessoas a par do assunto.

O RBS alertou em alguns documentos apresentados aos reguladores recentemente que a apresentação de um rebaixamento de um grau pode requerer que o banco apresente um adicional de 12,5 bilhões de libras esterlinas (US$ 19,8 bilhões) em garantias. Um rebaixamento “poderia aumentar significativamente seus custos de empréstimos e limitar sua capacidade de emissão nos mercados de capitais”, disse o banco no documento.

O Lloyds divulgou recentemente que, se todas as grandes agências classificadoras rebaixarem sua classificação de crédito em dois graus, o banco poderia ter de apresentar um adicional de 28 bilhões de libras em garantias vinculadas a contratos financeiros com clientes e em financiamento garantido do banco. O banco também alertou que esses rebaixamentos “podem resultar em uma saída de 11 bilhões de libras do caixa”.

Tanto o RBS quanto o Lloyds, nos quais o governo do Reino Unido detém participação, têm grupos substanciais de ativos líquidos aos quais podem recorrem se suas fontes de financiamento tradicionais secarem.

Representantes de ambos os bancos se recusaram a comentar sobre a avaliação da Moody’s.

Alguns executivos do banco argumentam que o impacto dos rebaixamentos provavelmente será limitado.

Eles observam que a Moody’s está seguindo os passos de agências rivais Standard & Poor’s e Fitch Ratings, que já rebaixaram muitos dos bancos que agora estão sendo revisados pela Moody’s.

Além disso, dizem eles, investidores e clientes dos bancos tiveram tempo suficiente para antecipar os rebaixamentos e, portanto, não serão surpreendidos.

© 2011 Wall Street Journal (www.wsj.com)

Fato número 1: Os governos europeus estão entre os maiores detentores de ouro do planeta. Fato número 2: As enormes dívidas contraídas por alguns desses governos estão alimentando uma crise política na Europa e turbulência nos mercados ao redor do mundo.

Esses dois fatos levam a uma pergunta óbvia por parte de muitos investidores: por que esses governos não vendem ouro para pagar suas dívidas?

Seria ótimo se fosse assim tão simples.

Bloomberg News

Para começar, nem mesmo os europeus possuem tanto ouro assim. As necessidades de empréstimo e subsequentes dívidas de países como Itália, França e Espanha são tão grandes, dizem os analistas, que liquidar suas reservas de ouro não adiantaria muito para equilibrar suas contas no longo prazo.

“Se eles vendessem seu ouro, não sei se isso melhoraria muito sua classificação de crédito”, diz Kenneth Rogoff, professor de economia da Universidade de Harvard que tem estudado as reservas oficiais de ouro.

Também as realidades políticas e do mercado tornariam difícil para os europeus confiar em um milagre dourado, dizem os especialistas. Para começar, há o risco de que tentar vender o ouro ou usá-lo como garantia para empréstimos poderia ser visto no mercado como sinal de desespero — o que poderia elevar os custos dos empréstimos por tornar os credores ainda mais cautelosos, anulando assim o objetivo visado.

Mas alguns investidores ainda precisam ser convencidos de que o ouro não é a cura para todos os males que a Europa está buscando. Afinal, os governos, bancos centrais e instituições financeiras multilaterais como o FMI possuem cerca de 18% do ouro do mundo, segundo o Conselho Mundial do Ouro, uma associação do setor. A Itália possui mais ouro do que qualquer outro país excluindo os Estados Unidos e a Alemanha, diz o Conselho. A França ocupa o 4o. lugar e Portugal, o 12o. Até mesmo a Grécia, a terra do rei Midas, está entre os 30 maiores detentores de ouro, bem à frente de países ricos como a Austrália e potências emergentes como o Brasil, que está na 47a. posição.

E com o preço do ouro perto de bater um recorde em termos nominais — a cotação aumentou 17% só este ano — o valor dessas reservas disparou nos últimos anos. As atuais reservas de ouro da Itália, agora avaliadas em US$ 134 bilhões, teriam alcançado apenas US$ 21 bilhões no final de 2000.

O outro lado da moeda, no entanto, é que o ouro da Itália representa apenas cerca de 6,7% do seu PIB. A reserva de Portugal é proporcionalmente maior, correspondendo a mais de 9% do seu PIB. Mas vender esse ouro mal faria um arranhão na dívida pública de Portugal, que representa 93% do PIB, segundo dados do FMI.

Além disso, membros da União Europeia aceitaram restrições à utilização de suas reservas de ouro quando lançaram a moeda comum. O tratado do euro proíbe os países de financiar operações governamentais através da venda de ouro de posse dos bancos centrais — que é onde a maioria dos países europeus guarda suas reservas — segundo Natalie Dempster, diretora de assuntos governamentais do Conselho Mundial do Ouro .

Usar o ouro para financiar operações governamentais “simplesmente não é uma opção”, diz ela. O ouro, acrescenta Dempster, fica guardado principalmente para proteger o euro.

© 2011 Wall Street Journal (www.wsj.com)

O governo da Turquia, diante de um déficit alto nas transações correntes que ameaça prejudicar a rápida expansão do país, está tentando convencer os turcos a transferirem suas vastas possessões em ouro para o sistema bancário.

European Pressphoto Agency

Lojas de ouro no Grand Bazaar de Istambul. Muitos turcos guardam grande parte de sua riqueza pessoal em ouro, por medo da volatilidade da economia.

O esforço para mexer nas reservas individuais de ouro — a forma tradicional de poupar dinheiro na Turquia — faz parte das tentativas de Ancara para reduzir o rombo financeiro que representa, atualmente, cerca de 10% do produto interno bruto.

As autoridades do governo dizem que o órgão regulador do sistema bancário anunciará, em breve, um plano para incentivar consumidores a guardar suas riquezas no sistema financeiro. Executivos dos bancos disseram estar considerando novos tipos de contas remuneradas para depósito de ouro que permitiriam aos clientes sacar barras de ouro em caixas automáticos customizados.

As medidas estão sendo tomadas depois de o banco central ter anunciado, em novembro, que os bancos poderiam reter 10% de suas reservas em ouro, um modo de incentivar os clientes a depositar suas jóias, moedas ou metais preciosos nos bancos.

Economistas afirmam que a reforma na política é feita para mudar a preferência histórica dos turcos por guardar uma grande porcentagem de sua riqueza pessoal fora do sistema bancário, como uma forma de se proteger contra a volatilidade econômica que periodicamente atingiu a Turquia nas últimas décadas.

A iniciativa é uma das frentes de uma batalha mais ampla para encorajar os turcos a pouparem mais enquanto se busca conter o crescente déficit nas transações correntes — um ponto crítico, o qual vários investidores temem ser capaz de derrubar uma economia em rápido crescimento, cuja expansão no ano passado foi estimada em mais de 8%. Nas últimas semanas, o desequilíbrio nas transações correntes do País aumentou mais rápido do que o esperado, em meio a uma escalada nos preços do petróleo e dados mostrando uma inesperada alta na demanda do consumidor.

“Historicamente, a Turquia tem sofrido com crises e inflação, então a tradição de manter ouro fora do sistema bancário pode ser difícil de mudar”, disse Murat Ucer, economista da Global Source Partners, uma consultoria de pesquisa localizada em Istambul.

É difícil quantificar o volume de ouro guardado fora dos bancos na Turquia; não há dados confiáveis sobre o tamanho da economia informal. A Refinaria de Ouro de Istambul estima o número em 5.000 toneladas, num valor de US$ 270 bilhões. Dados recentes mostram que muitos consumidores aumentaram a quantidade de ouro guardada em casa, ainda que o estritamente regulado sistema bancário tenha sido elogiado por ter atravessado confortavelmente a crise financeira.

Isso sugere que, apesar de a renda na Turquia ter triplicado e o desemprego caído drasticamente na última década, os turcos continuam temerosos de que deixar grande parte dos seus ativos no banco pode causar-lhes grandes perdas.

Alguns economistas alertam que a iniciativa é pura propaganda, dizendo que o governo deveria em vez disso se concentrar em reformar o burocrático sistema tributário do país, e em aumentar as suas reservas recolhendo impostos com mais eficiência.

© 2011 Wall Street Journal (www.wsj.com)

India's Supreme Court has directed the government to suspend a move to reintroduce the cheetah, eradicated in India by hunting nearly a century ago.

The court's decision came after some experts described the plan as "totally misconceived".

Earlier, the government had approved wildlife groups' recommendations of two sanctuaries, in Madhya Pradesh and an area in Rajasthan, as potential homes.

The plan was to import the cats from Africa, reports say.

A senior lawyer, PS Narasimha, told the court that the proposal to reintroduce the cheetah had not been discussed with the National Board for Wildlife, a statutory body for the enforcement of wildlife laws in India.

"Scientific studies show that the African cheetahs and Asian cheetahs are completely different, both genetically and also in their characteristics," he said.

Mr Narasimha told the court that the reintroduction of the cheetah went against the guidelines on translocation of wildlife species laid down by the International Union for the Conservation of Nature (IUCN).

The Asiatic cheetah vanished from India many decades ago, pursued by trophy hunters and herdsmen to the brink of extinction during the Raj.

Conservationists say fewer than 100 of the critically endangered subspecies remain in Iran, roaming the central deserts.

The vast majority of the 10,000 cheetahs left in the world are in Africa.

Critics of the reintroduction scheme in India say that without restoring habitat and prey-bases, and also reducing the chances of man-animal conflict, viable cheetah populations will not flourish.

© 2011 BBC News (www.bbc.co.uk)